Funções da escola que a escola não deveria ter

Comentário de uma amiga, no MSN, sobre o término de um trabalho de pós-graduação:

“Acabei. Agora retomo a vida!”.

Não é estranho que a escola e atividades relativas à vida acadêmica se tornem desagrdáveis a esse ponto? Skinner (1968)  discute esse fenômeno.

Por que a escola – e as atividades a ela relacionadas – se tornou um lugar (ou objeto) que nos leva a trabalhar para dela/dele nos afastar? Skinner responde a questões como essa em  The technology of teaching. New York: Appleton-Century-Crofts.

O livro foi traduzido para português pela Herder, em 1972, e reimpresso pela E.P.U, em 1975,  como Tecnologia do Ensino.

O autor apresenta nessa obra uma proposta para que a escola, de fato, seja um lugar de gente feliz (como muitas escolas ousam prometer, mas poucas consegem cumprir, se é que conseguem).

Para conhecer a bibliografia de B. F. Skinner clique aqui.

Uma resposta

  1. Querida Auxili, acho não me fiz bem entender no meu comentário.Na realidade, adorei me envolver com o projeto de pósgraduação, mas é inegável que isso exige muita dedicação de nossa parte e até terminar a gente deixa o lazer meio de lado. Do contrário, não teríamos como nos dedicar ao TCC. De qualquer sorte, fiquei orgulhosa de ir parar no seu blog. Beijos. Hosana

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