Wireless onde menos se espera

Fiquei hospedada recentemente, com minha família, no Royal Palm Plaza Hotel e Resort, em Campinas.  Ficamos muito satisfeitos com os serviços do hotel em geral, exceto pelo fato de ele cobrar – e caro – pelo uso de wireless, algo que, a meu ver, deveria fazer parte dos serviços básicos, como por exemplo, dispor de telefone nos apartamentos.

Na semana passada, meu marido se hospedou em uma pousada simples, em Aracaju, a Pousada dos Caminhos. Chegou à cidade à meia noite e no dia seguinte, cedinho da manhã, participaria de uma reunião com um cliente. Precisava apenas de um local limpinho para passar o resto da noite. Pelo valor da tarifa, nem tinha pretensão de que oferecesse acesso à internet aos hóspedes: oferecia acesso wireless nos apartamentos, e de graça. Hoje, meu marido vai hospedar-se no Hotel Figueira, em Dourados (MS), que também oferece acesso à Internet com a tecnologia wireless.

 

Pergunto-me o que leva o gestor de um hotel como o Royal Palm, e outros do gênero, a cobrar por wireless, se acesso a Internet definitivamente não é seu core business. Custa-me acreditar que ainda existam gestores de empreendimentos bem-sucedidos com esse tipo de visão.

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