Das especificidades do comportamento humano

Encontrar um livro publicado originalmente em 1938, cujo autor (Lancelot Hogben), estava interessado em popularização de ciência, já é um feito e tanto. E seus feitos não param por aqui. Em um subtítulo sobre aprendizagem, Hogben descreveu os experimentos de Pavlov. E terminou o subtítulo (p. 1078) assim:

“É possível que possamos descobrir como bebês aprendem a falar se primeiro descobrirmos como papagaios podem ser ensinados a falar. Mas não é seguro que descubramos. O que é certo é que não descobriremos como papagaios aprendem a falar perguntando a eles a respeito. E é menos provável que possamos aprender muito sobre como crianças aprendem a falar usando o mesmo método.”

Aqui, o trecho completo, no original (p.1078).

“How human behaviour depends on characteristics of human brain and sense organs such as those which have been outline in this chapter is the least important contribution of biology to a scientific study of human nature … human behaviour has many peculiarities which we cannot connect with any characteristics of behaviour in other animals or with anything we as yet know about the properties of the nervous systems. It may be more profitable to study how different characteristics of human behaviour are connected with one another than to study how they are connected with the process of nervous co-ordination. In that sense psychology is a study in its own right, and most psychologists are behaviourists psychologists nowadays. It is rather a pity that the word behaviourism has become identified with a school of psychologists who pay more attention to the common characteristics of animal and human behaviour than to the special characteristics which distinguish human behaviour from that of other creatures. It is possible that we might find out more about how babies learn to talk if we first discovered how parrots can be taught to talk; but it is not certain. What is certain is that we could not find out how parrots learn to talk by asking them; and it is at least likely that we shall not learn much about how children learn to talk by the same method.”

 

Referência:

Hogben. L. (1951). Science for the Citizen. London: George Allen & Unwin.

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